Vejo muitos filatelistas, principalmente “das antigas”, colocando as coleções universais como num patamar inferior, quando não excluindo completamente essa forma de coleção como dita “séria”, e vou dizer, isso me incomoda muito.
O principal argumento é que é impossível completar uma coleção de selos universais. Neste ponto, não tenho como discordar. Sim, é virtualmente impossível. Mas neste ponto, uma coleção de selos do Brasil, pelo menos para mim, é virtualmente impossível de ser completada, pois não tenho (e mesmo que tivesse) R$2.000,00, R$ 3.000,00, R$ 4.000,00 para investir em um único selo (Olhos de Boi ou Inclinados de valores mais altos). É muita grana para investir em um único selo. E não é crítica que quem faz este tipo de investimento, são prioridades e escolhas que fazemos.
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segunda-feira, 4 de junho de 2018
domingo, 3 de junho de 2018
Minha coleção – Parte III – Escolhendo o rumo
Bom,
decidido que eu podia sim colecionar selos de todo o mundo, comecei a
separá-los por países e regiões. Me diverti muito descobrindo
países e regiões que não fazia ideia que existiam. Junto a isso,
percebi que precisava de mais informações sobre selos de outros
países e, coisa de neófito, descobri que existem catálogos de
selos universais. Não fazia ideia que pudesse existir tal coisa.
Consegui, assim, um catálogo Scott um pouco mais antigo, e comecei a
catalogar meus selos. Colocava por país, e na sequência de emissão,
em um classificador.
Enchi
os 3 classificadores que tinha, e acabei comprando mais um.
terça-feira, 20 de março de 2018
Minha coleção - Parte II - A retomada
Outubro de 2003, caso com minha esposa (e continuo casado com ela, mãe dos meus dois filhos). Minha mãe, professora aposentada, mas sempre muito organizada, manda para nossa nova casa, todas as minhas coisas: roupas, livros, brinquedos (não sei porque cargas d´água ela guardou os meus brinquedos por todos esses anos, mas guardou), material da faculdade, e, uma caixa, com tampa vermelha, com meus selos. Na casa nova, tudo o que eu não tinha uma real utilidade, foi para o quartinho da bagunça, o lugar que deixamos as coisas que não queremos jogar fora, mas não sabemos porque, para que, e quando usaremos de novo.
Um belo dia, pelos idos de 2009, não sei porque, eu e minha esposa resolvemos tentar dar uma organizada naquela bagunça. Entre livros antigos meus, material da faculdade, fotos nossas, encontramos algumas lembranças de nossas infâncias. Minha coleção de figurinhas do Chocolate Surpresa (quem lembra, aqueles de bichos), a coleção de papeis de carta da minha esposa (fazia anos que não via isso, minha irmã tinha vários), uma coleção de carteiras de cigarro (das antigas, apesar de não gostar de cigarro, achei bem legal) que meu sogro deu para minha esposa, algumas notas e moedas antigas e, no fundo, uma caixa de papelão com tampa vermelha, minha antiga coleção de selos.
Um belo dia, pelos idos de 2009, não sei porque, eu e minha esposa resolvemos tentar dar uma organizada naquela bagunça. Entre livros antigos meus, material da faculdade, fotos nossas, encontramos algumas lembranças de nossas infâncias. Minha coleção de figurinhas do Chocolate Surpresa (quem lembra, aqueles de bichos), a coleção de papeis de carta da minha esposa (fazia anos que não via isso, minha irmã tinha vários), uma coleção de carteiras de cigarro (das antigas, apesar de não gostar de cigarro, achei bem legal) que meu sogro deu para minha esposa, algumas notas e moedas antigas e, no fundo, uma caixa de papelão com tampa vermelha, minha antiga coleção de selos.
segunda-feira, 19 de março de 2018
Minha coleção - Parte I (adendo)
Fiquei pensando sobre a ida aquela loja filatélica, quando tentei vender minha "coleção" e, não sei porque, fui atrás desse selo que para mim, devia valer uma fortuna, afinal, era de 1906...
E ainda tenho ele, pobre coitado. Olhando agora, guardo ele por consideração, porque o estado dele é próximo do lamentável, hehehe.
E ainda tenho ele, pobre coitado. Olhando agora, guardo ele por consideração, porque o estado dele é próximo do lamentável, hehehe.
domingo, 18 de março de 2018
Minha coleção - parte I - O início
Resolvi falar um pouco da minha coleção de selos, como comecei, por onde ela andou, como retornou, qual o rumo que ela tomou e, imagino eu, qual o rumo que ela tomará daqui para frente.
Tudo começou no final de 1988, quando resolvi (não lembro bem por que, ou por quem fui influenciado) começar a colecionar selos. Lembro de meu pai me levar a um amigo dele (que colecionava selos) algum tempo depois e ele me dar umas dicas (como descolar os selos dos envelopes, como usar a lupa e a pinça (inclusive me deu uma pinça e um catálogo RHM de 1988, que tenho até hoje guardado).
Depois disso, comecei a pedir para parentes para separarem as cartas que recebiam com selos para mim, até chegar uma “coleção” (na verdade, um ajuntamento de selos em diversos envelopes), de algum parente distante, que veio por intermédio da minha avó. De uma hora para outra, minha coleção de selos saltou de algumas centenas para mais de 1.000 selos, de diversos países. Para um guri de 12/13 anos era um mundo de selos. Separa por países, por temas, por tipos (por tipos, na verdade, seria por tamanho: pequeno, médio, grande). Continuei comprando selos nos correios, pois mais um ano e, não lembro o motivo, no início dos anos 90 acabei deixando de lado a coleção, guardada dentro de uma caixa, embaixo da minha cama.
Tudo começou no final de 1988, quando resolvi (não lembro bem por que, ou por quem fui influenciado) começar a colecionar selos. Lembro de meu pai me levar a um amigo dele (que colecionava selos) algum tempo depois e ele me dar umas dicas (como descolar os selos dos envelopes, como usar a lupa e a pinça (inclusive me deu uma pinça e um catálogo RHM de 1988, que tenho até hoje guardado).
Depois disso, comecei a pedir para parentes para separarem as cartas que recebiam com selos para mim, até chegar uma “coleção” (na verdade, um ajuntamento de selos em diversos envelopes), de algum parente distante, que veio por intermédio da minha avó. De uma hora para outra, minha coleção de selos saltou de algumas centenas para mais de 1.000 selos, de diversos países. Para um guri de 12/13 anos era um mundo de selos. Separa por países, por temas, por tipos (por tipos, na verdade, seria por tamanho: pequeno, médio, grande). Continuei comprando selos nos correios, pois mais um ano e, não lembro o motivo, no início dos anos 90 acabei deixando de lado a coleção, guardada dentro de uma caixa, embaixo da minha cama.
sábado, 27 de julho de 2013
Coleção de selos do Brasil / Brazil Stamp Collection
Mostro aqui parte da minha coleção de selos do Brasil, do período do Império. Espero que gostem.
I show here part of my Brazilian stamp collection, from Empire period (1843-1889). I hope you enjoy it.
I show here part of my Brazilian stamp collection, from Empire period (1843-1889). I hope you enjoy it.
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